A BORBOLETA AZUL
Poesia original
No silêncio de um céu encantado,
Uma borboleta azul surgiu,
Trazendo nas asas o brilho das estrelas,
E a beleza que o universo esculpiu.
Suas asas não carregam apenas cores,
Mas histórias que o tempo não apagou,
Cada brilho revela um sonho,
Cada voo, uma esperança que despertou.
Ela não nasceu para viver aprisionada,
Nem para esconder sua rara beleza,
Nasceu para dançar entre os ventos,
E transformar a dor em delicadeza.
Há um mistério em seu azul profundo,
Um segredo que ninguém conseguiu decifrar,
Talvez seja um pedacinho do infinito,
Que Deus permitiu à Terra visitar.
E quando a tempestade escurece o caminho,
Ela não perde a vontade de voar,
Pois sabe que até as asas mais frágeis
Carregam a força de recomeçar.
Ó, borboleta azul, tão rara e tão bela,
Que o mundo jamais apague tua luz,
Pois quem nasceu para tocar as estrelas
Não deve esquecer o brilho que conduz.
E se um dia perguntarem teu significado,
Que a resposta venha do coração:
És a prova de que a verdadeira beleza
Nasce da coragem de viver a transformação.